O protagonismo feminino como uma prática
8 de março de 2018

O protagonismo feminino como uma prática

Tags: Brisa do Lago empoderamento feminino Fortaleza protagonismo feminino Rio Largo

Curso de formação de lideranças tem forte presença feminina
Curso de formação de lideranças tem forte presença feminina

O IADH tem como prática ações em favor do empoderamento feminino. Esse posicionamento encontra diálogo nos projetos sociais que executa pela necessidade de valorização do papel feminino em qualquer iniciativa que busca uma intervenção na sociedade e, mais ainda, na base da pirâmide.

Como exemplo, vale citar o Projeto de Desenvolvimento Integrado e Sustentável e Territorial (DIST), iniciativa do Fundo Socioambiental da Caixa Econômica Federal, executado pelo IADH através de Acordo de Cooperação Financeira. O escopo do projeto, voltado para os residenciais Minh Casa Minha Vida, não prevê ações voltadas para estimular ou reforçar o protagonismo feminino.

No entanto, a realidade se impõe: a maioria dos habitacionais (mais de 80%) tem a mulher como responsável pela unidade familiar. A metodologia do Projeto DIST em Fortaleza, por exemplo, tem um cuidado especial com a questão da mulher. Do ponto de vista da programação das atividades, o eixo de dinamização econômica tem mobilizado as mulheres para sua inserção produtiva.

O protagonismo das mulheres tem sido marcante na constituição das comissões ambientais nos residenciais.  Elas são as multiplicadoras dos conteúdos e de práticas da coleta seletiva.  No eixo da cultura, no DIST Fortaleza, estimula-se o protagonismo juvenil, com forte presença feminina.  O desafio maior nos residenciais da capital cearense é o empoderamento das mulheres na governança dos residenciais. No primeiro módulo do Curso de Formação de Lideranças (Agentes de Desenvolvimento), 70% dos integrantes são do sexo feminino.

Em outro projeto DIST, o Brisa do Lago, em Arapiraca, Alagoas, o processo de mobilização comunitária foi feito através do Centro de Referência da Assistência Social (CRAS), localizado no residencial. Foram encontrados grupos de mulheres, de jovens e de idosos. O grupo de mulheres predominou e perdurou ao longo de todo o projeto.

No projeto DIST em Rio Largo, também em Alagoas, foram identificadas sete associações de moradores (em oito residenciais) e duas associações de mulheres para apresentação das ações a serem desenvolvido nos residenciais. O projeto está no início da etapa de execução de projetos. Há um maior equilíbrio na participação entre homes e mulheres. Das nove associações (de moradores e de mulheres), quatro são presididas por mulheres e cinco por homens.

Durante os cursos de formação (de agentes de desenvolvimento e na incubação) realizados verifica-se outra característica: as mulheres são mais sensíveis na compreensão dos comportamentos, em geral, e isso tem repercussão no mundo dos negócios e também na gestão social.

O Projeto de Desenvolvimento Integrado e Sustentável do Território (Projeto DIST) foi utilizado com exemplo, entre os vários projetos executados pelo IADH. Os Projetos DIST são uma iniciativa do Fundo Socioambiental da Caixa Econômica Federal para os residenciais Minha Casa Minha Vida.  O IADH executa projetos DIST no Ceará, em Alagoas e em Goiás.

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